Ajude a gente a alcançar a meta de 50.000 assinaturas
Precisamos da sua ajuda para enfrentar as campanhas desonestas de grupos extremistas contrários aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e pessoas trans (LGBT) – e precisamos agir rápido!
Durante semanas, membros de All Out estiveram pedindo a diversas empresas para cortar os laços com a CVN (também conhecida como CGBG) – um site que permite que os clientes façam uma doação de parte de suas compras online para “instituições de caridade” – incluindo grupos que são contra os direitos de LGBTs, como a Focus on the Family (FotF) e a Family Research Council (FRC). Por causa dos seus esforços, dezenas de grandes empresas pularam fora dessa rede!
Mas esses grupos já perceberam nossa ação e estão orientando seus membros a entrarem em contato com empresas como a Apple, Macy’s, Microsoft e Netflix para pedir que restabeleçam seus vínculos com a CVN. Essas companhias saíram em defesa dos direitos de LGBT, e agora são alvo de uma poderosa máquina de disseminação de ódio.
Inclua seu nome neste abaixo-assinado dizendo às empresas que financiar o ódio é mais que errado – é um mal negócio. Se conseguirmos juntar 50 mil assinaturas de consumidores de todo o mundo, vamos entregar o abaixo-assinado a cada uma dessas grandes empresas que fazem parte da plataforma CVN na próxima semana.
A FRC consta na lista de grupos que disseminam o ódio mantida pelo Southern Poverty Law Center (SPLC)1, uma respeitada organização de defesa dos direitos civis, e junto com a FotF é uma das organizações mais ativas e bem financiadas que defendem e promovem a discriminação contra lésbicas, gays e pessoas trans no mundo todo. Com um orçamento anual de 12 milhões e 100 milhões de dólares respectivamente, a FRC e a FotF frequentemente divulgam informações distorcidas sobre LGBTs e fazem lobby contra legislações de enfrentamento aos crimes de ódio, ao bullying e contra propostas de proteção dos direitos civis em vários países do mundo.
Nosso orçamento pode não ser tão alto, mas podemos trazer à tona as vozes de milhares de consumidoras e consumidores que se importam, sejam gays, lésbicas, trans ou heterossexuais, de todos os cantos do planeta. Diga às corporações que apoiaram publicamente os direitos de LGBTs que fiquem firmes e permaneçam bem longe da CVN.
Dê uma olhada nesses 5 exemplos de ações da FRC e FotF para impedir a igualdade para LGBTs:
Family Research Council se opõe à descriminalização global da homossexualidade
FRC condenou sonoramente uma recente resolução da ONU que demanda a descriminalização da homossexualidade, temendo que a decisão “forçaria a aceitação de lésbicas e gays no mundo”.
FRC orienta membros a rezarem pela continuidade da criminalização no Malaui
A FRC pediu a seus membros para rezarem para que países que têm legislação de criminalização da homossexualidade, particularmente o Malaui, tenham coragem de resistir à coerção dos Estados Unidos para eliminar essas leis. No Malaui, a homossexualidade pode resultar em penas que vão de punição corporal até 14 anos de prisão.
Focus on the Family faz lobby contra medidas anti-bullying e legislação contra crimes de ódio
FotF fez lobby para revogar leis contra crimes de ódio nos Estados Unidos e se opôs sonoramente às medidas anti-bullying em escolas, alegando que adolescentes gays e lésbicas sabem que são “anormais” e que têm “mais propensão à depressão e ao suicídio” por causa disso.
FRC e FotF madam rezar para acabar com a homossexualidade
Tanto a FotF5 quanto a FRC6 defendem as “terapias reparadoras”, práticas amplamente desacreditadas que tentam converter LGBTs em heterossexuais, e ambas promovem o movimento “ex-gay” como uma forma de combater as medidas de garantia de direitos civis para gays e lésbicas.
FRC tenta fazer as pessoas acreditarem que gays são pedófilos
A FRC segue publicando e republicando “estudos” baseados em ciência barata relacionando homossexualidade a abuso sexual de crianças e pedofilia, alegando que “um dos objetivos primários do movimento pelos direitos LGBT é a abolição de todas as leis de idade de consentimento, para eventualmente reconhecer pedófilos como “profetas de uma nova ordem sexual”.
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